quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

USE BEM A HABILIDADE QUE VOCÊ TEM!

  Caro leitor, quem de nós já não se deparou com indivíduos que fazem uso de alguma habilidade que possui para promover coisas destrutivas? Igualmente, quem de nós já não viu pessoas simplesmente enterrando um talento usado para promover o Bem (Vontade de Deus), só porque outros seres não tem a mesma aptidão que ele? 

  Pois bem, normalmente essas coisas acontecem justamente porque muitos ainda estão néscios. Afinal, uma pessoa que ainda não compreendeu que cada um de nós é um mundo em particular e que, mediante tal fato, está em nós melhorar ou piorar; ainda continua conduzindo a própria vida desvalorizando uma dádiva: o Tempo - o Agora - o Já. 

  Em postagens anteriores, como por exemplo a intitulada "Os Navios", deixei em evidência que cada um de nós é um barquinho em particular; nosso leme é nossa língua (interpretação que temos acerca das linguagens apresentadas) e nosso destino depende daquele que permitimos que direcione a gente. 

  Quando um ser permite que o Espírito Sagrado - que reside dentro de cada um de nós - tome as rédeas do navio, com certeza a navegação fluirá com perfeição e, diante de tempestades, ainda assim não ocorrerá um naufrágio; pois todos aqueles que tem seu leme conduzido pelo Espírito residente, vivem a Paz (Entendimento; Equilíbrio) Daquele que tem a Grande e Maravilhosa Mente. E Esta, por ser Sábia, ensina o sujeito a fazer bom uso das habilidades que possui, a fim de que a Vontade Divina seja, mais do que falada, vivida. 

  E a fim de reforçar o quanto é importante usarmos bem a habilidade que temos, a seguir reparto uma pequena reflexão:

  Certo dia, dois amigos pararam para orar (conversar) um com o outro, e durante esta comunicação, o elemento x disse ao y:

  - Nossa y, estes dias estive lendo um bom livro que trazia mais e mais relatos da Palavra de Deus (Jesus Cristo). E ao longo da leitura pude aprender a aperfeiçoar mais coisas no meu cotidiano, em meu caráter, em minha conduta, etc.. Depois vou te emprestar o livro para você ler também.

  Ao ouvir o x fazendo menção sobre leitura, o y disse:

 - Ah x, para ser sincero eu não vou ler este livro, pois estou abrindo mão da leitura. Afinal, se os livros de fato trouxessem mensagens importantes, então como ficariam os analfabetos nesta história? Por esse motivo, não vou perder meu tempo lendo mais nada; vou caçar outras para me entreter.

  Ao ouvir as palavras do y, o x questionou:

  - Amigo, deixa eu ver se entendi certo suas palavras: você, sendo alfabetizado, prefere investir seu tempo livre dos deveres diários em coisas que não sejam livros, só porque existem pessoas que, por algum fator, não sabem e/ou não podem ler? É isso amigo?

  O y respondeu:

  - Entendeste certo amigo!

  O x redargui:

  - Meu caro y, por acaso você para de usar suas pernas para caminhar pelo fato de milhares de pessoas serem aleijadas? Você deixa de fazer uso de seus olhos pelo fato de existirem deficientes visuais? Você deixa de se alimentar pelo fato de saber que milhares de irmãos nossos não tem sequer um pedaço de pão ou uma água potável para beber? Você deixa de cuidar de sua moradia só porque existem pessoas que nem morada tem? Você deixa de frequentar restaurantes e redes de Fast-food só porque milhares de pessoas não tem condições financeiras para tais coisas? Enfim amigo, se você deixa de fazer uso de sua alfabetização, alegando como desculpa o fato de existirem pessoas que não sabem ler, então você deveria rever seus conceitos: pois enquanto você está vivo, neste exato momento há pessoas mortas.

  Ao ouvir as palavras do x, o y refletiu. E daquele dia em diante ele passou a compreender que não devia usar outras pessoas para justificar algo que ele poderia fazer, mas que não faz porque, na verdade, ele não quer.

  👉 MORAL DA HISTÓRIA:

  Nunca deixe de fazer uso das habilidades e intelecto que possui para evoluir, só porque outras pessoas não têm, aparentemente, as mesmas condições que você. A evolução para melhor é algo individual; e cada qual deve aprender a fazer uso das qualidades que possui para melhorar o próprio caráter, conduta, hábitos, fala, etc. Todavia, nunca se esqueça de uma coisa: quanto mais você evoluir, ajude os demais - conforme sua capacidade e condições - a terem acesso as coisas que edificam, para que assim eles possam escolher se crescem ou não na prática da Vontade Divina. Ame o próximo com o Verdadeiro Amor; lance as Sementes do Bem sem esperar nada em troca; confie no Tempo e deixe a Vida (Cristo) lhe guiar neste Mundo, para que assim a Luz brilhe no escuro. 

Deus guie nossa mente sempre na Verdade 👉 Jesus Cristo.

OBS 1: A fim de agregar mais conhecimento quanto o conteúdo explanado nesta postagem, sugiro a leitura das postagens abaixo:



👉 Os Navios














👉 Santa Ceia 


👉 O Evangelho 

👉 O Trabalho 

👉 A Estrada 





👉 A Mudança 



OBS 2: Caso você tenha interesse, o seguinte link é o conteúdo desta postagem em formato PDF disponível para download e/ou impressão: USE BEM A HABILIDADE QUE VOCÊ TEM! 

NOTA: Caso você queira repartir aprendizados ou falar a respeito do que leu, e não quiser fazer isso via comentários por algum motivo pessoal, mande uma mensagem no seguinte e-mail e, assim que possível, estarei respondendo enquanto estiver neste corpo: deencontrocomaverdadegenuina@yahoo.com

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

INSTITUINDO A CEIA DA LEMBRANÇA

Caro leitor, a cada dia que passa, quanto mais me empenho em trabalhar pelo Alimento Não-Perecível ofertado pelo Mediador entre Deus e os homens, a saber, Jesus Cristo Homem (vide I Timóteo 2:5), mais e mais tenho a honra de saborear e de compreender que tudo que o Mestre ensinou não é um ritual ou uma cerimônia materializada; mas sim uma Nova Vida em Novidade de Espírito - a vivência diária da Vida Eterna - a Graça de viver hoje e eternamente em comunhão com o Espírito da Verdade. 

  E quanto mais compreendo o sentido verdadeiro daquilo que o Mestre nos ensina, a saber, o sentido Espiritual, mais e mais tenho satisfação em repartir com todos aqueles que tem interesse na Verdade o Pão da Vida, a saber, a Palavra da Verdade proveniente do Verdadeiro Deus que é Espírito (vide João 17:17 / João 14:6 / João 4:23-24 / João 14:6 / I João 5:20): e quem me acompanha neste blog, de um puro e sincero coração com os olhos (discernimento) abertos, já notou isso. 

Em postagens anteriores já explanei, de forma simples, que a Santa Ceia ensinada pelo Mestre a qual os crentes devem exercer não é um ritual materializado. Não é uma cerimônia feita alguns dias na semana, mês ou ano. Não é algo que acompanha alimentos e bebidas físicas, afinal, esta Ceia é nada mais nada menos do que o repartir, por meio da nossa própria vida, o Verbo de Deus - as Palavras da Verdade - os Ensinos de Jesus Cristo. 

  Em vista disso, é com grande satisfação e imensa alegria que reparto a seguir um texto que encontrei no “Livro de Urântia - Documento 179: Seção 5” que explana com mais detalhes como é a Ceia instituída pelo Mestre. E de antemão, antes que algum preconceito seja manifesto em seu coração, assim como reporto em postagens anteriores, digo também nesta: os Ensinos da Palavra de Deus podem ser encontrados tanto no livro denominado “Bíblia Sagrada”, quanto em diversos outros livros, sejam eles considerados Apócrifos ou não; do mesmo modo que pode ser encontrada ao ouvirmos (entendermos) as Palavras que os vasos nascidos do Espírito proclamam. Sendo assim, espero que você não seja uma pessoa limitada para que assim você possa expandir sua mente tendo como objetivo cumprir a Vontade do Pai dos espíritos que, por sinal, é boa, agradável e perfeita (vide João 6:39-40 / I Tessalonicenses 4:3-5 / I Pedro 2:15 / I Pedro 4:1-2)

Sem mais delongas, leia com atenção e de preferência com a alma, o texto abaixo extraído do “Livro de Urântia - Documento 179: Seção 5”:

Quando Lhe trouxeram o terceiro cálice de vinho, o “cálice da bênção”, Jesus levantou-se do divã e, tomando o cálice nas Suas mãos, abençoou-o, dizendo: “Tomai deste cálice, todos vós, e bebei dele. Este será o cálice da lembrança de Mim. Este é o cálice da benção de uma nova dispensação de Graça e Verdade. E será, para vós, o emblema do outorgamento e da ministração do Divino Espírito da Verdade. E Eu não beberei novamente deste cálice convosco até que, em uma nova forma, possa beber convosco no Reino eterno do Pai”.

Os apóstolos todos sentiram que alguma coisa de fora do ordinário estava acontecendo, enquanto bebiam desse cálice da bênção em reverência profunda e em perfeito silêncio. A velha Páscoa comemorava a emergência dos seus pais, de um estado de escravidão racial para a liberdade individual; agora o Mestre estava instituindo uma nova ceia da lembrança como um símbolo da nova dispensação, na qual o indivíduo escravizado emerge do aprisionamento ao cerimonialismo e ao egoísmo, para a alegria espiritual da fraternidade e da irmandade dos filhos libertados do Deus Vivo.

Quando terminaram de beber dessa nova taça da lembrança, o Mestre tomou o pão e, após dar graças, partiu-o em pedaços e, mandando que o passassem adiante, disse: “Tomai este pão da lembrança e comei-o. Eu vos disse que Sou o Pão da Vida. E este Pão da Vida é a Vida unida do Pai e do Filho, em uma só dádiva. A Palavra do Pai, como revelada no Filho, é de fato o Pão da Vida”. Depois de haverem comido do pão da lembrança, o símbolo da Palavra Viva da Verdade encarnada à semelhança da carne mortal, todos se sentaram.

Ao organizar esta ceia de lembrança, o Mestre, como era sempre do Seu hábito, recorreu a parábolas e a símbolos. Ele empregou símbolos porque queria ensinar algumas Verdades Espirituais, de uma tal maneira que tornasse difícil para os sucessores apegarem-se a interpretações precisas e significados definidos para as Suas Palavras. Desse modo, Ele buscou impedir gerações sucessivas de cristalizarem o Seu ensinamento e de ligarem os Seus significados Espirituais às correntes mortas da tradição pelo dogma. Ao estabelecer a única cerimônia ou sacramento ligado à missão de toda a Sua Vida, Jesus tomou um grande cuidado em sugerir os Seus significados mais do que em comprometer-se com definições precisas. Ele não queria destruir o conceito individual de comunhão Divina, estabelecendo uma forma precisa; nem desejava limitar a imaginação espiritual do crente, paralisando-a formalmente. Ele buscava deixar livre a alma do homem renascido, nas asas jubilosas de uma liberdade espiritual nova e viva.

Não obstante o esforço do Mestre, de estabelecer assim esse novo sacramento da lembrança, aqueles que o seguiram, nos séculos seguintes, se encarregaram de opor-se a que Seu desejo expresso fosse efetivamente satisfeito, naquilo em que o simbolismo espiritual simples daquela noite na carne teria sido reduzido a interpretações precisas e submetido à precisão quase matemática de uma fórmula estabelecida. De todos os Ensinamentos de Jesus, nenhum se tornou mais padronizado pela tradição.

Essa ceia da lembrança, quando compartilhada por aqueles que são crentes dos Filhos e conhecedores de Deus, não precisa ter quaisquer das interpretações malfeitas e pueris dos homens ligadas ao seu simbolismo, a respeito do significado da Divina presença, pois em todas essas ocasiões o Mestre está presente realmente. A ceia da lembrança é um encontro simbólico do crente com Michael. Quando vós vos tornais assim conscientes do espírito, o Filho está realmente presente, e o Seu Espírito confraterniza-se com o Fragmento residente do Seu Pai.

Após haverem entrado em meditação, por alguns momentos, Jesus continuou falando: “Quando fizerdes essas coisas, relembrai-vos da Vida que Eu vivi na Terra entre vós e rejubilai, pois Eu devo continuar a viver na Terra convosco, servindo por vosso intermédio. Como indivíduos, não tenhais entre vós disputas sobre quem será o maior. Sede como irmãos. E, quando o Reino crescer e abranger grandes grupos de crentes, do mesmo modo deveríeis abster-vos de disputas pela grandeza e de buscar a preferência entre tais grupos”.

E essa ocasião grandiosa teve lugar na sala do andar superior da casa de um amigo. Nem a ceia nem a casa apresentavam qualquer forma sagrada de consagração cerimonial. A ceia da lembrança foi organizada sem a sanção eclesiástica.

Depois que Jesus estabeleceu assim a ceia da lembrança, Ele disse aos apóstolos: “E, sempre que fizerdes isso, fazei em lembrança de Mim. E quando vos lembrardes de Mim, primeiro olhai para a Minha Vida na carne, lembrai-vos de que Eu estive certa vez entre vós e, então, pela Fé, podeis saber que todos vós ireis algum dia cear comigo no Reino eterno do Pai. Essa é a nova Páscoa, que Eu deixo convosco; a da memória à Minha Vida de auto-outorga, a Palavra da Verdade eterna; e do Meu Amor por vós, da efusão do Meu Espírito da Verdade sobre toda a carne”.

E concluíram essa celebração da velha Páscoa, que, sem derramamento do sangue do sacrifício, estabelecia a inauguração da nova ceia da lembrança, cantando todos juntos o SALMO CENTO E DEZOITO.

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Caro leitor, mediante a leitura do texto acima, muitas coisas podem ser concluídas. E abaixo procurarei enumerar cada uma destas conclusões ao recapitular os parágrafos do texto partilhado:

1. “Tomai deste cálice, todos vós, e bebei dele. Este será o cálice da lembrança de Mim. Este é o cálice da benção de uma nova dispensação de Graça e Verdade. E será, para vós, o emblema do outorgamento e da ministração do Divino Espírito da Verdade. E Eu não beberei novamente deste cálice convosco até que, em uma nova forma, possa beber convosco no Reino eterno do Pai”;

Muitos irmãos, por falta de conhecimento acerca da Palavra da Verdade, não compreendem que o cálice da lembrança não é uma taça física utilizada para beber um vinho ou suco de uva físico em algum dia em específico; antes é a lembrança (recordação de uma experiência vivida; presente) da Vida de Jesus - de uma Vida vivida constantemente em Espírito - uma Viva vivida sempre em comunhão com o Espírito do Pai Verdadeiro - uma Viva vivida incessantemente em cumprimento da Vontade do Eterno. 

  O Cálice da Lembrança, ao contrário do que muitos pensam e até mesmo exercem erroneamente, não é algo material, mas sim Espiritual; é algo que o indivíduo, quando ressuscitado com Cristo, vive diariamente, pois este, como o Mestre diz: “é o cálice da benção de uma nova dispensação de Graça e Verdade”. E como a Graça e a Verdade é o próprio Jesus Cristo (vide João 1:17), isso significa que esse Cálice é a compreensão e vivência do Espírito da Verdade que o Pai verteu sobre toda a carne. Contudo, para que esse Espírito seja manifesto em um indivíduo, o mesmo precisa nascer de novo (ressuscitar) para que Aquilo que se encontra morto possa tornar-se Vivo. 

Quando o Mestre exerceu esta última ceia com os discípulos, vemos que Ele deixou bem claro que não beberia novamente daquele cálice com eles até que, em uma nova forma, Ele pudesse beber com eles no Reino Eterno do Pai; isso significa que o Mestre, após a crucificação de Sua roupa humana, não ensinaria e não ouviria os discípulos até que, em uma nova forma, pudesse fazer isso com eles no Reino do Pai. 

  Em outras palavras, esta “nova forma” é a forma Espiritual. E após a crucificação de Jesus, um indivíduo só bebe o Cálice com Ele a partir do momento que renasce (ressuscita), pois só assim é possível ver e entrar no Reino de Deus que, por sinal, se encontra dentro e fora de cada um de nós - lembrando que a entrada nesse Reino é depende justamente da Verdadeira Fé, pois Ela é a porta que conduz uma alma ao Reino Celeste. Diante desse fato é interessante recordar que, mesmo um ser passando porta adentro, ele terá que galgar (subir; percorrer) os degraus da Retidão para que se torne um robusto filho de Deus. 

O Cálice da Benção, sendo Ele o Cálice da Lembrança do Mestre, é nada mais nada menos do que o emblema que comprova que o Pai da Verdade já nos deu Sua Benção que é Espiritual (vide Efésios 1:3). E essa Benção é justamente o Espírito da Verdade que reside dentro de cada um de nós aguardando ser despertado por aqueles que ainda se encontram mortos, para que assim, através desse despertar, o indivíduo possa viver no cotidiano os Frutos do Espírito que fazem com que a fé morta seja substituída pela Fé Viva. 

  Então, quanto mais um indivíduo é abençoado (ensinado; esclarecido; corrigido) por Deus, mais ele aflora em si a Benção Divina que é o Espírito residente! E tudo isso é decorrente ao fato do indivíduo cear com Cristo dentro da própria casa (psique) em Espírito e em Verdade (vide Apocalipse 3:19-20 / Lucas 14:15 / Apocalipse 19:9). Por isso o Mestre diz: “Vede, Eu estou à porta dos corações dos homens e bato, e se algum homem abrir a porta para Mim, Eu entrarei e cearei com ele e alimentá-lo-ei com o Pão da Vida; seremos um em espírito e propósito, e, assim, seremos irmãos, sempre irmãos, no serviço longo e frutuoso da busca pelo Pai do Paraíso” (Urântia - Documento 166: Seção 3).

2. “A velha Páscoa comemorava a emergência dos seus pais, de um estado de escravidão racial para a liberdade individual; agora o Mestre estava instituindo uma nova ceia da lembrança como um símbolo da nova dispensação, na qual o indivíduo escravizado emerge do aprisionamento ao cerimonialismo e ao egoísmo, para a alegria espiritual da fraternidade e da irmandade dos filhos libertados do Deus Vivo”;

Como podemos ver, ao contrário do que muitos pensam e até exercem por aí em seus respectivos “restaurantes” (instituições religiosas) ou em suas moradias físicas, o Mestre não estava ensinando que a Ceia deveria ser exercida através de uma cerimônia; e muito menos deveria promover o aprisionamento a qualquer tipo de cerimonialismo e egoísmo! Pois o Ensino da Nova Ceia da Lembrança tem como fito libertar o indivíduo do egoísmo e cerimônias eclesiásticas, para que assim ele desfrute da Liberdade ofertada pela Divindade que promove a Alegria Espiritual da Fraternidade dos filhos do Deus Vivo que aceitam ser libertos pela Voz da Verdade (Sabedoria de Jesus Cristo)

  Outrossim, o Ensino que o Mestre deixou claro acerca da Ceia da Lembrança, tem como intuito manter a prole congregada com o Espírito do Progenitor. E ao contrário do que falsos cristos e falsos profetas proclamam por aí, é essa a verdadeira congregação que os filhos de Deus são orientados a não abandonar (vide Efésios 1:10 / Hebreus 10:25)! Em outras palavras e de maneira objetiva: a única congregação que o Deus Genuíno aconselha a não ser abandonada é a união com o Espírito Sagrado; passou disso é papo de lobo em pele de cordeiro! 

3. “Quando terminaram de beber dessa nova taça da lembrança, o Mestre tomou o pão e, após dar graças, partiu-o em pedaços e, mandando que o passassem adiante, disse: "Tomai este pão da lembrança e comei-o. Eu vos disse que Sou o Pão da Vida. E este Pão da Vida é a Vida unida do Pai e do Filho, em uma só dádiva. A Palavra do Pai, como revelada no Filho, é de fato o Pão da Vida”;

Como podemos ver, o Pão da Vida é nada mais nada menos do que a união do Pai com o Filho; e Jesus Cristo é o Exemplo perfeito dessa união. Além do mais, Ele, sendo um Exemplo, não deve ser apenas admirado, mas maiormente imitado. 

  O Pão da Vida, sendo o Verbo/Palavra Divina, deve ser passado adiante, quer dizer que Ele deve ser ofertado para os demais irmãos, para que assim todos aqueles que quiserem ser salvos (auxiliados; saudáveis) na alma possam conduzir a própria vida da mesma forma que Cristo conduziu a Dele durante o tempo em que esteve vestido com uma roupa humana, a saber: viver constantemente em comunhão/congregado com o Espírito do Pai da Verdade - viver a Vida Eterna a qual já nos foi manifestada - viver hoje e eternamente em comunhão com o Espírito Sagrado. 

4. “Ao organizar esta ceia de lembrança, o Mestre, como era sempre do Seu hábito, recorreu a parábolas e a símbolos. Ele empregou símbolos porque queria ensinar algumas Verdades Espirituais, de uma tal maneira que tornasse difícil para os sucessores apegarem-se a interpretações precisas e significados definidos para as Suas Palavras. Desse modo, Ele buscou impedir gerações sucessivas de cristalizarem o Seu ensinamento e de ligarem os Seus significados Espirituais às correntes mortas da tradição pelo dogma. Ao estabelecer a única cerimônia ou sacramento ligado à missão de toda a Sua Vida, Jesus tomou um grande cuidado em 'sugerir' os Seus significados mais do que em comprometer-se com definições precisas. Ele não queria destruir o conceito individual de comunhão Divina, estabelecendo uma forma precisa; nem desejava limitar a imaginação espiritual do crente, paralisando-a formalmente. Ele buscava deixar livre a alma do homem renascido, nas asas jubilosas de uma liberdade espiritual nova e viva. Não obstante o esforço do Mestre, de estabelecer assim esse novo sacramento da lembrança, aqueles que o seguiram, nos séculos seguintes, se encarregaram de opor-se a que Seu desejo expresso fosse efetivamente satisfeito, naquilo em que o simbolismo espiritual simples daquela noite na carne teria sido reduzido a interpretações precisas e submetido à precisão quase matemática de uma fórmula estabelecida. De todos os Ensinamentos de Jesus, nenhum se tornou mais padronizado pela tradição.”;  

Como podemos ver no fragmento repartido, o Mestre sempre fazia uso de parábolas e símbolos para ensinar as Verdades Espirituais (vide Mateus 13:34-35 / Salmos 78:1-2); e tudo isso Ele fazia com a intenção de dificultar interpretações precisas e significados definidos para as Suas Palavras. Igualmente, Ele tinha como intenção evitar que as pessoas cristalizassem o Seu Ensinamento e ligassem os Seus significados Espirituais às correntes mortas da tradição pelo dogma. Por esse motivo Ele sempre tomou cuidado em “sugerir” os Seus significados ao invés de comprometer-Se com “definições precisas”. E tudo isso foi feito porque Ele não queria destruir o conceito individual de comunhão Divina; Ele não desejava limitar a imaginação Espiritual do crente através de uma paralisia formal e/ou definições precisas (materiais), afinal, Ele sempre buscou deixar livre a alma do homem renascido, nas asas jubilosas de uma Liberdade Espiritual Nova e Viva. 

  Porém, mesmo Ele deixando tudo isso muito claro, ainda assim, após Sua ascensão, muitos se opuseram ao Desejo/Vontade do Mestre pelo fato de estarem presos nas tradições/dogmas religiosos e rudimentos mundanos. E essa oposição resultou em uma tradição cerimonial, como uma fórmula matemática, de uma ceia materializada seguida de um mero sentimentalismo que em nada edifica um indivíduo moralmente e muito menos espiritualmente. 

  Em outras palavras, todos aqueles que se opuseram a Vontade do Mestre - que é a Liberdade Espiritual que faz a prole estar em comunhão com o Progenitor através do Espírito que nos foi dado -, fizeram com que o simbolismo Espiritual do Ensino do Mediador fosse reduzido a interpretações precisas (materiais); sendo que o Eterno nunca quis que isso ocorresse! 

  De fato, de todos os Ensinamentos de Jesus, nenhum se tornou mais padronizado como a celebração da Ceia! E isso é lamentável, já que é algo contrário à Vontade/Desejo do Mestre.

5. “Essa ceia da lembrança, quando compartilhada por aqueles que são crentes dos Filhos e conhecedores de Deus, não precisa ter quaisquer das interpretações malfeitas e pueris dos homens ligadas ao seu simbolismo, a respeito do significado da Divina presença, pois em todas essas ocasiões o Mestre está presente realmente. A ceia da lembrança é um encontro simbólico do crente com Michael. Quando vós vos tornais assim conscientes do espírito, o Filho está realmente presente, e o Seu Espírito confraterniza-se com o Fragmento residente do Seu Pai.”;

Quando um indivíduo verdadeiramente crê em Deus e em Sua Palavra Jesus Cristo e de fato conhece a Essência Espiritual de Ambos, além deste sujeito estar exercendo a Verdadeira Obra de Deus (vide João 6:29); o mesmo também não precisa de quaisquer das interpretações malfeitas e pueris (infantis) dos homens que são presos no simbolismo ao invés de serem presos no Significado do simbolismo. 

  Em outras palavras, o filho que de fato conhece e crê, de corpo e alma, no Pai dos espíritos: desfruta da Presença do Mestre; pois o Espírito Dele realmente está presente. E é por meio desse Espírito que o indivíduo se encontra com Michael (que significa “quem é como Deus?”). Sendo assim, quando um ser realmente se torna consciente do Espírito que lhe foi dado, consequentemente ele entende que o Filho/Palavra está realmente presente; tendo como produto o Espírito Eterno confraternizando-se com o Espírito residente que é o Fragmento que o Pai da Verdade nos deu.

6. “Após haverem entrado em meditação, por alguns momentos, Jesus continuou falando: "Quando fizerdes essas coisas, relembrai-vos da Vida que Eu vivi na Terra entre vós e rejubilai, pois Eu devo continuar a viver na Terra convosco, servindo por vosso intermédio. Como indivíduos, não tenhais entre vós disputas sobre quem será o maior. Sede como irmãos. E, quando o Reino crescer e abranger grandes grupos de crentes, do mesmo modo deveríeis abster-vos de disputas pela grandeza e de buscar a preferência entre tais grupos”.;

Como é possível constatar, em primeiro lugar, quando o indivíduo exerce o Significado da Ceia ensinada pelo Mestre, o mesmo deve relembrar da Vida que Jesus viveu na Terra (uma Vida congregada/unificada com o Pai dos espíritos) e rejubilar; pois através dessa Ceia o Mestre continua a viver na Terra conosco, servindo os demais irmãos por intermédio daquele que exerce a Verdadeira Ceia. Em outras palavras, quando um indivíduo é nascido do espírito, através da Verdadeira Ceia Ele contempla o retorno de Cristo Jesus ao mundo, o qual é o próprio indivíduo ressuscitado (vide João 14:23); desfrutando, por conseguinte, da Vida Eterna - a Graça de viver hoje e eternamente em comunhão com o Espírito Sagrado. 

  Em segundo lugar, vemos que o Mestre deixa claro que, como indivíduos, não deve haver disputas entre uns com os outros para definir quem é o maior ou o menor diante do Pai. E para quebrar esse tipo de disputa maligna, a Palavra Divina deixa claro que devemos ser como irmãos, pois diante dos Olhos de Deus todos, sem exceção, são irmãos (vide Mateus 23:8). Desse modo, mesmo quando o Evangelho do Reino crescer e abranger grandes grupos de crentes, ainda assim os filhos de Deus devem abster-se de disputar pela grandeza e preferência entre tais grupos, afinal, no Reino do Eterno todos somos irmãos e o único Professor é Cristo; pois é o Espírito Dele quem fala, por intermédio do vaso ressuscitado, as Palavras da Verdade (vide João 15:26 / II Coríntios 4:5-7 / João 6:45 / I João 2:27)

7. “E essa ocasião grandiosa teve lugar na sala do andar superior da casa de um amigo. Nem a ceia nem a casa apresentavam qualquer forma sagrada de consagração cerimonial. A ceia da lembrança foi organizada sem a sanção eclesiástica.”;

A fim de quebrar as tradições materialistas do sistema religioso, o Mestre fez questão de manifestar Seu Ensinamento acerca da Ceia na casa de um amigo, a saber, na casa dos pais de João Marcos. Além do mais, nem a Ceia, nem a casa, apresentavam qualquer forma sagrada de consagração cerimonial; visto que ela foi organizada sem a sanção eclesiástica. Então, de maneira sucinta, podemos aprender que além de nós - os que conservamos firme a Confiança e a Glória da Esperança de Vida Eterna até o fim - sermos a casa do Mestre (vide Hebreus 3:6 / Tito 1:2); também aprendemos que não precisamos de nenhuma cerimônia de consagração e muito menos de alguma sanção eclesiástica para Cear com Cristo e muito menos com outros irmãos; pois quando um indivíduo está em comunhão com o Espírito da Verdade de fato há a verdadeira Liberdade (vide II Coríntios 3:17): a Liberdade de conhecer o Pai e tornar-se perfeito como Ele é (vide Mateus 5:48).

8. “Depois que Jesus estabeleceu assim a ceia da lembrança, Ele disse aos apóstolos: "E, sempre que fizerdes isso, fazei em lembrança de Mim. E quando vos lembrardes de Mim, primeiro olhai para a Minha Vida na carne, lembrai-vos de que Eu estive certa vez entre vós e, então, pela Fé, podeis saber que todos vós ireis algum dia cear comigo no Reino eterno do Pai. Essa é a nova Páscoa, que Eu deixo convosco; a da memória à Minha Vida de auto-outorga, a Palavra da Verdade eterna; e do Meu Amor por vós, da efusão do Meu Espírito da Verdade sobre toda a carne”.;

Mediante o trecho partilhado, é possível compreender que o Mestre estabeleceu como a Ceia da Lembrança deve ser exercida, a saber, de maneira Espiritual. E Ele torna a deixar claro que ao exercer essa Ceia, o indivíduo deve sempre recordar Dele, olhando (discernindo), primeiramente, a Vida Dele na carne; para que assim o sujeito nunca se esqueça que mesmo estando vestido com uma roupa humana, é possível viver e andar em Espírito durante toda a maneira de viver (vide Gálatas 5:24-25 / I Pedro 1:15-16), basta nascer de novo (vide Colossenses 3:1-4 / João 3:3-6). 

  Desse modo, através da Fé Viva o crente tem a possibilidade de Cear, em algum dia (luz; sabedoria) com o Mestre no Reino Eterno do Pai. E isso é a Nova Páscoa que o Cristo deixou conosco, a saber: a memória da Sua Vida de auto-outorga que é a Palavra da Verdade Eterna; o Amor Dele por nós, que é a efusão de Seu Espírito sobre toda a carne.

9. “E concluíram essa celebração da velha Páscoa, que, sem derramamento do sangue do sacrifício, estabelecia a inauguração da nova ceia da lembrança, cantando todos juntos o SALMO CENTO E DEZOITO.”;

Por fim, após ser concluído a celebração da velha Páscoa, sem o derramamento do sangue de qualquer sacrifício, foi estabelecido a inauguração - por meio do Ensino Espiritual do Mestre - a Nova Ceia da Lembrança. E para concluir essa sublime inauguração, todos juntos cantaram (argumentaram) o Salmo Cento e Dezoito, sendo esse Salmo uma dádiva para todos aqueles que já nasceram de novo.

Enfim, mediante tudo que foi explanado nesta postagem, claro está que o Mestre nunca mandou ninguém materializar o Significado de Suas parábolas e símbolos; antes gostaria que aqueles que de fato cressem Nele e Naquele que O Enviou vivessem no cotidiano o Significado de Seus Ensinamentos, pois “aquele que diz estar Nele, também deve andar como Ele andou” (I João 2:6). Contudo, após a ascensão do Mestre, até hoje há quem se oponha a Ele através de cultos, rituais e cerimonias solenes que nada tem a ver com a Verdadeira Religião estabelecida pelo Verdadeiro Deus. 

  Portanto, como o Mestre diz: “O Pai enviou-Me a este mundo, no entanto apenas poucos de vós escolheram receber-Me plenamente. Eu irei verter o Meu Espírito sobre toda a carne; mas nem todos os homens escolherão aceitar e receber esse Novo Instrutor como guia e conselheiro da alma. Todos que O receberem, entretanto, serão iluminados, purificados e confortados. E esse Espírito da Verdade tornar-se-á, neles, um poço de Água Viva, fazendo-os crescer para a Vida Eterna” (Urântia - Documento 181: Seção 1). Sendo assim: “Desperta tu que dormes, levanta-te dentre os mortos e Cristo te esclarecerá” (Efésios 5:14).


Deus guie nossa mente sempre na Verdade 👉 Jesus Cristo.

OBS 1: A fim de agregar mais conhecimento quanto o conteúdo explanado nesta postagem, sugiro a leitura das postagens abaixo:














👉 Santa Ceia 


👉 O Evangelho 

👉 O Trabalho 

👉 A Estrada 





👉 A Mudança 



 OBS 2: Caso você tenha interesse, o seguinte link é o conteúdo desta postagem em formato PDF disponível para download e/ou impressão: INSTITUINDO A CEIA DA LEMBRANÇA.

 NOTA: Caso você queira repartir aprendizados ou falar a respeito do que leu, e não quiser fazer isso via comentários por algum motivo pessoal, mande uma mensagem no seguinte e-mail e, assim que possível, estarei respondendo enquanto estiver neste corpo: deencontrocomaverdadegenuina@yahoo.com



quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

O Dever Supremo

  Caro leitor, mesmo sendo tão claro as Palavras de Cristo Jesus, o Redentor, ainda há quem fique por aí promovendo ensinos que ao invés de auxiliar uns aos outros a evoluir, apenas promovem coisas que fazem o indivíduo cair nos laços do mau pescador que é contra a Lei de Deus que se resume na vivência do Amor ensinado e vivenciado pelo Salvador. 

  Diante desse fato, esta postagem será curta mas ao mesmo tempo culta, para que assim possamos compreender que o dever Supremo não é difícil de ser exercido, desde que o indivíduo tenha renascido para que assim torne-se evoluído tendo como intuito a vivência da Vontade Daquele que é extremamente Vivido. 

  E para explicar o tema em questão, reparto a imagem abaixo para que fique evidente o dever Supremo que, lamentavelmente, se encontra ausente na vida de muita gente justamente por falta de transformação:


  Com base na Mensagem da foto, uma coisa posso lhe dizer: a Vontade do Pai da Verdade - para todo aquele que Nele crê - é que Seus filhos aprendam a compreender e crer na Sua Palavra que tem como fito promover a Vida Eterna que tem como finalidade ensinar os filhos de Deus a amar uns aos outros com o mesmo Amor ensinado pelo Mentor, Cristo Jesus, o Redentor. 

  Sendo assim, diante desse fato, a Vontade do Pai-Eterno é que Seus filhos aprendam a viver a Vida Eterna que é tão louvada, para que assim possam conduzir a própria vida de maneira Racionalizada (Espiritualizada), longe dos impulsos desta natureza humana que é tão amaldiçoada. Porque não é por meio do Eterno que é ocasionado o mal, mas sim através da criatura que opta por agir como um animal em vez de viver de maneira Racional (Espiritual).

  Enfim, mediante tais fatos, é possível concluir que a Vontade de Deus é que cada um possa evoluir e passe a reconhecer um por um como um irmão, tendo como missão ofertar a Salvação para que assim os que por Ela optarem por desfrutar, coloquem o Espírito Residente para atuar; pois quando Ele entra em ação é manifesto o Perdão que proporciona a libertação somada a reconciliação de cada um com o Amado Paizão.

  Deus guie nossa mente sempre na Verdade 👉 Jesus Cristo.

  OBS 1: A fim de agregar mais conhecimento quanto o conteúdo explanado nesta postagem, sugiro a leitura das postagens abaixo:














👉 Santa Ceia 


👉 O Evangelho 

👉 O Trabalho 

👉 A Estrada 

👉 Os Apócrifos 

👉 A Mudança 



  OBS 2: Caso você tenha interesse, o seguinte link é o conteúdo desta postagem em formato PDF disponível para download e/ou impressão: O Dever Supremo.

  NOTA: Caso você queira repartir aprendizados ou falar a respeito do que leu, e não quiser fazer isso via comentários por algum motivo pessoal, mande uma mensagem no seguinte e-mail e, assim que possível, estarei respondendo enquanto estiver neste corpo: deencontrocomaverdadegenuina@yahoo.com




sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Saciando a Fome e a Sede

  Caro leitor, quantos de nós já não presenciamos pessoas sedentas e/ou famintas a procura de uma gota d'água ou de um pedaço de pão? Aliás, quem de nós já não constatou o quanto é ruim sentir fome e sede e, muitas vezes, nem sempre haver um pouco de água potável para beber ou então algo para comer? 

  Ora, se sentir sede e fome com relação a esta matéria que é passageira já é considerado algo desagradável, quem dirá sentir isso na alma que é eterna! Entretanto, quando se trata de saciar a alma, muitos indivíduos, por falta de conhecimento, ao invés de ir de encontro a Fonte que fornece a Água e o Pão da Vida Eterna, vão justamente de encontro a esgotos e restaurantes que fornecem bebidas e alimentos estagnados em uma extrema ignorância. E o mais lastimável disso tudo é que tais indivíduos caminham quilômetros para beber ou comer algo sujo; sendo que a Fonte do Pão e da Água da Vida está tão perto. 

  E a fim de ilustrar o que estou reportando, sugiro que analise muito bem a imagem abaixo: 


  Como podemos ver nessa figura, é possível constatar um sujeito sedento, mas ao invés dele caminhar para o lado DIREITO que indica um caminho mais curto até a água, ele opta por caminhar pelo lado esquerdo que fornece um percurso muito mais longo para se chegar até o destino. E tudo isso ocorre porque o indivíduo, por falta de conhecimento, não sabe que "H2O" é a fórmula da água; e toda essa ilustração me faz recordar das seguintes palavras do Mestre:

  "O mundo está cheio de almas famintas que, mesmo estando em presença do Pão da Vida, passam fome; homens morrem à procura do próprio Deus que vive dentro deles." (Palavras de Jesus Cristo)

  Antes de mais nada, caso você tenha interesse em saber, essas Palavras foram extraídas do "O Livro de Urântia - Documento 159: Seção 3"; e antes que você ou alguém exerça algum tipo de preconceito quanto a isso, entenda que a Palavra de Deus é Jesus Cristo e diversas Escrituras, além do livro denominado "Bíblia Sagrada", testificam Dele. Sendo assim, boa coisa é o crente em Deus procurar se ater na Língua (Interpretação) proveniente de Jesus Cristo, pois Ele é o Mediador entre Deus, que é Espírito, e os homens (vide I Timóteo 2:5)

  Em segundo lugar, com relação as Palavras do Mestre e em outras palavras, cada um de nós é um mundo; do mesmo modo que cada um, individualmente, é um templo de Deus e dentro de cada templo habita o Espirito que o Pai dos espíritos nos deu. Em vista disso, Deus está dentro de cada um de nós, bem no núcleo da nossa psique. Todavia, quando um indivíduo não desperta o Espírito residente isso significa que Deus, ao invés de estar vivo no mundo, está morto. 

  Outrossim, enquanto um indivíduo não nasce de novo ele não vê, e muito menos entra, no Reino de Deus; resultando, dessa forma, em uma alma sedenta  e faminta da Palavra da Verdade somada a Palavra de Retidão. E tudo isso ocorre justamente por falta da Fé Verdadeira, a saber, crença, fidelidade, esperança e obediência com relação aos Ensinos de Jesus Cristo, pois Ele é a Palavra da Fé que foi pregada a todos (vide Romanos 10:8-9)

  Muitas pessoas vivem famintas de justiça e respostas, assim como vivem sedentas de verdade e retidão; porém, ao invés de caminharem pela Estrada de Luz que fornece o Pão e Água da Vida Eterna, elas optam por caminhar pelas ruas da cidade já que esta última possui diversos "restaurantes" para sanar, temporariamente, a busca do indivíduo. Em outros termos, ao invés do indivíduo exercer a Verdadeira Religião para se religar com o Pai dos espíritos e, consequentemente, por meio dessa unificação, não se sentir mais faminto e sedento já que o Pai oferta todos os dias o Alimento e Bebida que satisfaz a alma, ilumina a mente e desprende o espírito; o sujeito faz justamente o contrário pelo fato de ir em busca de diversas religiões, pessoas, magias e superstições para saciar o íntimo. 

  "Jesus lhes disse: 'Eu sou o Pão da Vida: aquele que vem a Mim não terá fome; e quem crê em mim nunca terá sede'." (João 6:35)

  "Aquele que beber da Água que Eu lhe der nunca terá sede, porque a Água que eu lhe der se fará nele uma Fonte d'Água que salte para a Vida Eterna." (João 4:14)

  "Jesus disse-lhe: 'Se alguém me ama, guardará a Minha Palavra, e Meu Pai o amará, e viremos para Ele e faremos Nele morada'." (João 14:23)

  "Jesus disse-lhes: 'Eu afirmo novamente que o Pai está em Mim e que estou no Pai e que, assim como o Pai reside em Mim, Eu também irei residir em todos que crerem neste Evangelho'." (O Livro de Urântia - Documento 164: Seção 5)

  Pois bem, mediante as Palavras do Mediador, claro está que todos aqueles que acreditam no Evangelho Dele tem em seu mundo a volta do Salvador, desfrutando, consequentemente, da Promessa de Deus que é a Vida Eterna - a Graça de se viver hoje e eternamente em unidade com o Pai da Verdade. Por essa razão, a fome de justiça e respostas, assim como a sede da verdade e retidão, são supridas de Dia em Dia, de Fé em Fé; porque a Justiça, Retidão, Verdade e Resposta proveniente de Deus está concentrada em Jesus Cristo - em Suas Palavras. Por isso, quando uma alma abre a porta (ouvidos - entendimento) para o Mediador se manifestar, automaticamente ela ceia com Ele e vice-versa resultando, de Luz em Luz, no cumprimento da Vontade de Deus; e isso me faz recordar das seguintes Palavras do Mestre: "Vede, Eu estou à porta dos corações dos homens e bato e, se algum homem abrir a porta para Mim, Eu entrarei e cearei com ele e alimentá-lo-ei com o Pão da Vida; seremos irmãos, no serviço longo e frutuoso da busca pelo Pai do Paraíso" (O Livro de Urântia - Documento 166: Seção 3)

  Contudo, por falta de conhecimento, muitos ainda não estão desfrutando das Bênçãos Espirituais às quais o Deus Verdadeiro já nos concedeu (vide Efésios 1:3), assim como não estão desfrutando dos Dons Espirituais que se encontram no núcleo de nossa mente aguardando a manifestação de Jesus Cristo (vide I Coríntios 12:1 / I Coríntios 1:7); e isso é algo sério, pois a falta de conhecimento, além de ter como produto ovelhas sem a guia do Pastor Verdadeiro que é Jesus Cristo (vide João 10:11), também resulta em indivíduos mortos para o Bem e vivos para o mal. 

  Igualmente, a falta de conhecimento Divino tem como efeito árvores que andam de um lado para o outro manifestando obras destrutivas da carne ao invés de ofertar os Frutos provenientes do Fruto de Deus que é Cristo Jesus. A propósito, como diz em Oseias 4:6: "Meu povo é destruído por falta de conhecimento"

  Por outro lado, quando uma alma crê no Enviado do Pai dos espíritos, automaticamente ela crê no Evangelho Verdadeiro; e além dela estar exercendo a verdadeira Obra de Deus, ela também fornece para o Espírito que habita em si diversas cargas de energia que fazem com que Aquilo que estava morto ganhe Vida dentro do ser, tendo como ganho a manifestação do Deus Vivo no lugar de um deus morto. E tudo isso depende da escolha do próprio indivíduo, afinal, o livre-arbítrio sempre e eternamente vai existir; logo, a Palavra da Verdade é exposta e não imposta, para que assim siga-A quem quiser de livre e espontânea vontade.

  "As águas roubadas são doces, e o pão comido às ocultas é suave; mas não sabe que ali estão os mortos e que os seus convidados estão nas profundezas do inferno." (Provérbios 9:17-18)

  Muitos irmãos, por falta de um bom discernimento, ao invés de saciarem a fome e a sede com o Alimento e Bebida de Qualidade ofertado pelo Verdadeiro Deus, acabam indo em redes de esgoto para ingerir uma água roubada e um pão comido às ocultas; isto é, ao invés de trabalharem para ingerirem um Alimento e Bebida de Primeira, a saber, o Alimento/Bebida Não-Perecível, elas acabam trabalhando para consumir bebidas e alimentos perecíveis que, apesar de parecerem doces e suaves, não tem o poder de ofertar a verdadeira felicidade. E sabe por quê? Porque "felizes são os que ouvem o Verbo de Deus e vivem a Verdade" (Evangelho de Tomé).

  De modo equivalente, "feliz é a pessoa que encontra a sabedoria, a pessoa que adquire entendimento" (Provérbios 3:13). 

  Simultaneamente: feliz daquele que entende as Palavras de Cristo Jesus e vivencia as Mesmas; pois Ele é o Verbo, Verdade, Poder, Sabedoria e Entendimento proveniente do Verdadeiro Deus (vide João 14:6 / João 17:17 / I Coríntios 1:24,30). E esse Professor, Mestre, Deus e Fonte de Vida Eterna, ao contrário do que muitos pensam e ensinam por aí, não é um gênio da lâmpada que foi enviado para solucionar os problemas das pessoas, pelo contrário, Ele foi enviado, primeiramente, para revelar o Pai dos espíritos ao homem; em segundo, para conduzir o homem a esse Pai se assim esse homem permitir; em terceiro, para ensinar os homens a resolverem os próprios problemas espirituais e, juntamente, vivificar a mente dos mesmos para que eles também aprendam a solucionar os próprios problemas materiais. E tudo isso me faz recordar das seguintes Palavras da Verdade: "Natanael, parte da nossa missão é ajudar os homens a resolverem os seus problemas espirituais e, desse modo, vivificar as suas mentes de um modo tal que eles possam estar mais bem preparados e inspirados para resolver os seus múltiplos problemas materiais" (O Livro de Urântia - Documento 148: Seção 5). 

  "Estou na Terra somente para confortar as mentes, para libertar os espíritos e para salvar as almas dos homens" (O Livro de Urântia - Documento 140: Seção 6). 

  "Eu vim a este mundo para revelar o Pai a vós e para conduzir-vos ao Pai. A primeira parte Eu já fiz, mas a segunda não posso fazer sem o vosso consentimento; o Pai nunca obriga nenhum homem a entrar no Reino. O convite sempre tem sido e sempre será: 'Àquele que quiser, que venha e que participe livremente da Água da Vida'." (O Livro de Urântia - Documento 165: Seção 4).

  Enfim, mediante tais fatos, é possível concluir que se são muitos ou se são poucos os que se salvam das ciladas do Diabo, isso depende se são muitos ou se são poucos os que escolhem exercer a Obra de Deus que é a crença Naquele que o Pai dos espíritos enviou, a saber, Cristo Jesus. Igualmente, se são muitos ou se são poucos os soldados que militam contra as hostes da maldade, vencem as mesmas e não se embaraçam com os negócios desta vida passageira, depende se são muitos ou se são poucos os que escolhem vestir toda a Armadura dada por Deus. Em vista disso, se são muitos ou poucos que continuam sedentos e famintos na alma, isso depende se são muitos ou poucos que escolhem recorrer a Fonte de Água e Comida Verdadeira que aguarda ser despertada pelo ser. 

  Portanto, como diz o Mestre: "Eu declaro que a salvação é uma questão decidida muito mais pela vossa própria escolha pessoal. Mesmo a porta do Caminho da Vida sendo estreita, ainda é suficientemente ampla para admitir todos que buscam sinceramente entrar, pois Sou Eu esta porta. E o Filho nunca irá negar entrada a nenhum filho do universo que, por meio da sua Fé, esteja buscando encontrar o Pai por intermédio do Filho. E, pois, se são poucos ou se são muitos a serem salvos, isso depende de serem poucos ou muitos os que se dão ao seguinte convite: 'Eu Sou a porta, Sou o caminho novo e vivo, e quem quiser pode entrar para embarcar na busca interminável da verdade da vida eterna'." (O Livro de Urântia - Documento 166: Seção 3).

  Deus guie nossa mente sempre na Verdade 👉 Jesus Cristo.

  OBS 1: Caso você tenha interesse, o seguinte link é o conteúdo desta postagem em formato PDF disponível para download e/ou impressão: Saciando a Fome e a Sede.

 OBS 2: A fim de agregar mais conhecimento quanto o conteúdo explanado nessa postagem, sugiro a leitura das postagens abaixo:













👉 Santa Ceia 


👉 O Evangelho 

👉 O Trabalho 

👉 A Estrada 



👉 Os Apócrifos 

👉 A Mudança 



 NOTA: Caso você queira repartir aprendizados ou falar a respeito do que leu, e não quiser fazer isso via comentários por algum motivo pessoal, mande uma mensagem no seguinte e-mail e, assim que possível, estarei respondendo enquanto estiver neste corpo: deencontrocomaverdadegenuina@yahoo.com